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quarta-feira, setembro 21, 2016

Multivacinação de crianças e adolescentes começou nessa segunda feira 19, e se estenderá até dia 30

Dia D para postos de saúde de Araioses acontecerá neste sábado dia 24

Vacinação contra pólio em João Pessoa  (Foto: Rizemberg Felipe/Jornal da Paraíba)
Campanha deste ano inclui, além de pólio, todas as vacinas disponíveis pelo SUS para crianças de até 5 anos e de 9 a 15 anos incompletos (Foto: Rizemberg Felipe/Jornal da Paraíba)

Começou nessa segunda feira 19, mais uma campanha nacional de vacinação. Com a novidade, que pela primeira vez, a campanha abrange o público de 9 a 15 anos incompleto.

A campanha nacional de "multivacinação" incluirá todas as vacinas disponíveis pelo SUS para crianças de até 5 anos e para crianças e adolescentes entre 9 e 15 anos incompletos, incluindo a imunização contra HPV para meninas. O esforço de vacinação vai até o dia 30 de setembro.

As doses já estão normalmente disponíveis de forma gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS), em qualquer posto. O objetivo principal da campanha é estimular que os pais levem os filhos para por em dia a carteira de vacinação. Para isso, o ministério enviou 19,2 milhões de doses extras de 14 vacinas para os postos de saúde de todo o País.

“Neste ano, estamos incluindo os adolescentes porque esse grupo prioritário é um dos que apresenta uma maior resistência a se vacinar. Além disso, muitos pais acreditam que não há necessidade de imunizar os filhos nessa faixa etária”, explicou o ministro da saúde, Ricardo Barros.

Segundo o ministro, com a campanha, serão atualizadas 14 vacinas nesses públicos. “Isso servirá para reduzir o número de não vacinados e aumentar a cobertura vacinal nas crianças e adolescentes”, completou.

Veja mudanças na vacinação ocorridas este ano:


HPV
Como era: 2 doses para meninas de 9 a 13 anos com intervalo de 6 meses; 3ª dose 5 anos depois.Como fica: 2 doses com intervalo de 6 meses para meninas de 9 a 13 anos.

Poliomielite
Como era: injeção aos 2 e 4 meses e gotinha aos 6 meses. 2 doses de reforço aos 15 meses e aos 4 anos (ambas de gotinha).

Como fica: muda somente que a 3ª dose passa ser a injetável.

Pneumonia
Como era: 3 doses (2, 4 e 6 meses de idade) e reforço entre 12 e 15 meses.

Como fica: 2 doses - aos 2 e 4 meses e um reforço aos 12 meses.

Meningite
Como era: 2 doses, aos 3 e 5 meses de idade, com reforço aos 15 meses.

Como fica:2 doses, aos 3 e 5 meses de idade, com reforço aos 12 meses.

Marcio Maranhão
Com Informações do Portal Brasil.GOV e do G1

domingo, setembro 18, 2016

Candidatos não podem ser presos até a eleição de outubro

Apesar de proibição até as eleições, crimes como boca de urna e compra de votos permitem prisões em flagrante
Divulgação/Nelson Jr./ ASICS/TSE
Desde sábado (17), nenhum candidato às eleições municipais marcadas para 2 de outubro pode ser detido ou preso, a não ser que seja pego em flagrante cometendo crime. A medida de proteção é garantida pelo Código Eleitoral e serve para que autoridades policiais ou judiciais não cometam abusos na tentativa de interferir na disputa pelo voto.

Entre os casos que permitem a prisão em flagrante estão incluídos os crimes eleitorais, como a compra de votos.

Mesmo se houver prisão ou detenção em flagrante, o candidato deve ser levado imediatamente a um juiz, para que o magistrado avalie no mesmo momento a legalidade do ato.

Apesar da proteção, não é incomum que candidatos sejam presos mesmo durante este período especial de proteção, que começa a vigorar 15 dias antes de as urnas serem abertas.

Nas eleições de 2014, por exemplo, 80 candidatos foram presos somente no domingo de votação, a maior parte pela prática de boca de urna ou transporte irregular de eleitores até a seção eleitoral.

Da Agência Brasil
Edição: Juliana Andrade

Luciana caindo, Valéria estável, Cristino e Weliton do Posto crescendo no interior



Com a lembrança ainda do seu governo e por seus inúmeros processos judiciais e administrativos por conta de suas atuações políticas, Luciana Trinta parece não decolar mais. Além disso, a ex-prefeita se arrodeou de cabos eleitorais que a puxam para baixo, fazendo inimigos em nome da esposa de Remi por todos os lados e nas redes sociais.

Já Valéria vem do desgaste natural de se estar no governo e de uma administração cheia de nós internos e externos. Falta de parceria com o governo do estado em áreas importantes como saúde e educação. E a máquina pública inchada por sabotadores excêntricos e preocupados apenas com seus próprios interesses.

Cristino por sua vez, tal qual urubu que observa do alto a desgraça da sua presa desfalecer até ficar podre, para então se deliciar. Esperou quase trinta anos do conforto da sua casa com muros de fortaleza, em Araioses e em Parnaíba, por onde transitava sem se misturar com o povo araiosense, apenas o observando pelo retrovisor do seu confortável carrão, tem agora sua grande oportunidade de não só está no poder, como quase sempre esteve em toda a sua vida em Araioses, mas ser o poder no município, que teve que esperar 27 anos para o médico, um dos mais bem pagos da região, acordar e ver que Araioses tem problemas. 

Weliton do Posto, apesar das várias histórias, muitas contadas com ares de oficialidade, ainda é uma incógnita. Pode ser que seja a nossa salvação, ou nossa entrada de vez no inferno. Muitos reclamam do jeito grosseiro do candidato. Eu, particularmente sempre fui bem tratado pelo cidadão e por essa razão guardo uma boa impressão. Mas, em Araioses o empresário cearense ainda não construiu uma identidade com o povo e por vezes ainda tenha certa resistência. Por outro lado, enquanto que aos demais candidatos têm quem considere, com toda a certeza que dará certo, e outros que não dará, Weliton pode dizer que fará uma boa administração, pois ainda não foi testado na gerência pública de Araioses, seja de forma direta como a ex-prefeita Luciana Trinta e Valéria do Manin, ou indiretamente como Cristino, que participou de muitos governos, inclusive como demandante de despesas, como na gestão de Chagas Paixão.

Com a sorte lançada, o araiosense terá que escolher o melhor dos piores. E talvez por essa razão, pouco se possa afirmar com toda a certeza a quanto está a eleição em Araioses. Se não, o que se tem claro: Luciana a cada dia tem menos apoio dos araiosenses, e os poucos que tem se mantido ao seu lado, estão insatisfeitos com a falta de estrutura e a supervalorização apenas da candidatura para vereador do irmão da ex-prefeita, enquanto aos demais resta ver navios.

Valéria se manteve estável até aqui; soube fazer bom uso da prerrogativa de se “estar no poder”. Mas faltando ainda 14 dias e com a sangria nos demais grupos que não votam na filha do “Pé no Chão”, a coisa pode se afunilar naturalmente para um único candidato de oposição e tornar a reeleição de Valéria impossível. Ainda mais, com a possibilidade de vários outros nomes que podem fazer a diferença com Cristino, saindo do próprio grupo de Valéria, insatisfeitos pelo não cumprimento de acordos políticos, assunto que será abordado em outra matéria.

Weliton ganhou um novo gás, provindo principalmente da zona rural, que concentra grande parte do eleitor araiosense, mas quem vem a galope mesmo é Cristino, com o apoio que surge de todos os lados; sede e interior...

Faltam ainda 14 dias e muitas histórias. E todo esse tempo pode ser uma eternidade para quem estar contado os minutos.

Marcio Maranhão

MANIFESTANTES VOLTAM A PEDIR A SAÍDA DE TEMER E NOVA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

AGPT

SP 247- Manifestantes fazem um protesto na Avenida Paulista, para pedir a saída de Michel Temer e a convocação de nova eleição presidencial. Mais uma vez, houve conflito entre manifestantes e policias. A confusão começou quando policiais tentaram prender uma ambulante que estava vendendo cerveja e água. A mulher resistiu e os PMs jogaram spray de pimenta da cara dela, que estava sozinha.

Vários participantes do protesto ficaram revoltados e o tumulto começou. Policiais militares bateram com cassetete em manifestantes e fotógrafos da imprensa. Também lançou também gás lacrimogêneo. O ex­-senador Eduardo Suplicy entrou no meio da confusão e tentou apartar os policiais dos manifestantes.

A ambulante foi socorrida por Raimundo Bonfim, coordenador-geral da Central dos Movimentos Populares. Ela tentou duas vezes voltar para o bolo da confusão para brigar com os policiais, mas foi impedida por Bonfim. Diversos manifestantes jogaram latas de alumínio em direção aos policiais.

Veja mais na reportagem de Elaine Patricia Cruz – Agência Brasil:
Movimentos sociais e centrais sindicais promovem nesse domingo (18) ato em que pedem a saída do presidente da República Michel Temer e a realização de novas eleições presidenciais na Avenida Paulista. O ato é organizado pelas frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, que reúne movimentos como o dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), além de centrais sindicais como a Intersindical e a Central Única dos Trabalhadores (CUT).

"Esta é uma nova onda, um levante popular pós-impeachment. Todo mundo achava que o pessoal ia para casa, consumado o golpe. Mas nada disso. O que se viu foi uma mobilização não só contra o golpe que foi dado, mas também uma mobilização em torno de muita preocupação em relação às medidas anunciadas pelo presidente Temer como a história das 12 horas [de jornada de trabalho] que o governo voltou atrás e a história da [reforma da] Previdência", disse Raimundo Bonfim, coordenador-geral da Central dos Movimentos Populares e integrante da Frente Brasil Popular.

O protesto teve início por volta das 14h, na frente do Museu de Arte de São Paulo (Masp). Desta vez, o ato tem um número menor de participantes. A Polícia Militar e os organizadores não divulgaram estimativas de público.

Segundo Bonfim, a menor concentração está relacionada à proximidade com o período de eleições municipais. "Eu acredito que é porque estamos em momento eleitoral: muita militância e muitas pessoas estão, cada dia mais, voltadas para as eleições. E também teve uma constante mobilização, a cada três ou quatro dias. Mas o importante é manter as mobilizações", disse.

Sem caminhada

Ao contrário dos atos anteriores, que tiveram início na Avenida Paulista, não há previsão de caminhada hoje. Os organizadores disseram que pretendem permanecer na Avenida Paulista, com a apresentação de artistas e músicos. "As caminhadas no domingo não encontram muitas pessoas [nas ruas] para se poder passar uma mensagem. Fazemos a caminhada e acabamos dialogando com o nosso público mesmo. E no último protesto, uma parte [dos manifestantes] não desceu. Ficou aqui mesmo pela Paulista. Então decidimos fazer um ato aqui mais cultural, com algumas intervenções políticas, mas menos. Foi um experimento ficar aqui pela Paulista. E ficar aqui também nos dá mais segurança porque a violência da Polícia Militar tem ocorrido após termos saído da Paulista", disse Bonfim.

Com exceção do protesto que ocorreu no dia 7 de setembro, que foi pacífico, os demais terminaram com violência policial, com a utilização de bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo.

De acordo com Bonfim, o ato de hoje é uma preparação para a manifestação marcada para o dia 22 de setembro, e que deve reunir centrais sindicais e movimentos sociais em várias partes do país.

Outro protesto

Ao mesmo tempo em que ocorria o ato no vão livre do Masp, um outro protesto ocorria próximo ao Top Center, também na Avenida Paulista. O ato foi chamado pelo Movimento Endireita Brasil e contava com a participação de aproximadamente 30 pessoas, que caminharam até o Parque Ibirapuera em defesa do projeto uma Escola Sem Partido. Jornalistas tentaram conversar com os manifestantes, que não quiseram dar entrevistas.

Michel Temer

O presidente Michel Temer embarcou neste domingo (18) para Nova York, onde abrirá a 71ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Conforme tradição iniciada em 1947, cabe ao Brasil abrir a assembleia na terça-feira (20). Esta será a segunda viagem oficial ao exterior feita por Temer após ter assumido o cargo.

Reunião termina sem acordo e greve dos bancários continua


Os bancários decidiram manter a greve iniciada na semana passada, informou a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). 

A decisão foi anunciada após reunião com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) em São Paulo. Segundo a Contraf, a Fenaban não apresentou nova proposta, e uma nova rodada de negociação foi marcada para quinta-feira (15), em São Paulo

De acordo com o último balanço divulgado pelo comando dos grevistas, 11.531 agências e 48 centros administrativos tiveram as atividades paralisadas nesta segunda-feira (12). Segundo o Banco Central, o país tem 22.676 agências bancárias instaladas.

A greve teve início na terça-feira passada (6). Na sexta-feira (9), os bancários decidiram manter a greve iniciada no dia 6, rejeitando a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de reajuste de 7%.

A Fenaban não tem divulgado balanços diários de agências fechadas, mas informa que a população tem à sua disposição uma série de canais alternativos para realizar transações financeiras.

Reivindicações

A categoria havia rejeitado a primeira proposta da Fenaban – de reajuste de 6,5% sobre os salários, a PLR e os auxílios refeição, alimentação, creche, e abono de R$ 3 mil. A proposta seguinte, também rejeitada, foi de reajuste de 7% no salário, PLR e nos auxílios refeição, alimentação, creche, além de abono de R$ 3,3 mil.

Os sindicatos alegam que a oferta não cobre a inflação do período e representa uma perda de 2,39% para o bolso de cada bancário. Os bancários querem reposição da inflação do período mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial – no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 3.940,24 em junho) -, PLR de três salários mais R$ 8.317,90, além de outras reivindicações, como melhores condições de trabalho.

A Fenaban disse em nota que “o modelo de aumento composto por abono e reajuste sobre o salário é o mais adequado para o atual momento de transição na economia brasileira, de inflação alta para uma inflação mais baixa”.

Atendimento

Em nota, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) lembra que os clientes podem usar os caixas eletrônicos para agendamento e pagamento de contas (desde que não vencidas), saques, depósitos, emissão de folhas de cheques, transferências e saques de benefícios sociais.

Nos correspondentes bancários (postos dos Correios, casas lotéricas e supermercados), é possível também pagar contas e faturas de concessionárias de serviços públicos, sacar dinheiro e benefícios e fazer depósitos, entre outros serviços.

Greve passada

A última paralisação dos bancários ocorreu em outubro do ano passado e teve duração de 21 dias, com agências de bancos públicos e privados fechadas em 24 estados e do Distrito Federal. Na ocasião, a Fenaban propôs reajuste de 10%, em resposta à reivindicação de 16% da categoria.

NASSIF: JANOT TRABALHA EM SINTONIA COM PSDB


Por Luís Nassif, no Jornal GGN
Como alertamos, será cada vez mais difícil o sistema de poder conviver com a hipocrisia escancarada, desvendada pelas redes sociais, Internet e por essa maldição chamada de liberdade de imprensa - ainda que restrita aos veículos alternativos.

À medida em que seus passos vão sendo desvendados, por vazamentos imprevistos, notícias escondidas em pé de página por antecipação de jogadas óbvias, cria-se a necessidade de explicações, satisfações, aumentando a confusão.

É a velha máxima de que tudo que começa com uma mentira fica prisioneiro dela, precisando sucessivamente criar novas mentiras para sustentar a inicial.

Vamos a um breve rescaldo dos últimos capítulos do Xadrez.

Gilmar x Lava Fato

É o caso do Ministro Gilmar Mendes, acusado aqui de ter atiçado seus blogueiros contra a apresentação da Lava Jato, sobre a denúncia de Lula, com o propósito de preparar o terreno para futuras investidas.

No dia seguinte, o blogueiro em questão escreveu caudaloso artigo mostrando como ele era dono se seu nariz e não dava satisfações a ninguém. E Gilmar, sem que nada lhe fosse perguntado, correu a elogiar a decisão da denúncia, ainda que de forma dúbia: a denúncia é boa porque, finalmente, vai permitir a Lula se defender. O que não deixa de ser uma verdade. Mas passou recibo.

No STF, não foi bem-sucedida a tentativa de levar o Ministro Luiz Fux para a Segunda Turma – que julga a Lava Jato -, em lugar de Carmen Lúcia. Quem assumirá será o ex-presidente Ricardo Lewandowski.

Não será garantia de penas mais brandas, mas de isonomia e defesa da legalidade dos procedimentos. Aliás, agora que as chamas da Lava Jato se voltam contra o PSDB, veremos o reaparecimento do grande garantista Gilmar Mendes.

Chama atenção um paradoxo intrigante, neste país de paradoxos. Na despedida, o legalista Lewandowski fez um discurso saudando o século 21 como o século do Judiciário – aliás, no mesmo tom da palestra que deu em seminário do Brasilianas de fins de 2013. Trata-se de uma tendência perigosíssima, como se está vendo hoje em dia na atuação desmedida do Ministério Público e da Polícia Federal.

A crítica à tese partiu de Dias Toffoli, que sabiamente alertou para o risco representado por uma república de juízes, mais perigoso que uma república de militares, como foi em 1964,

Lava Jato x Procurador Geral da República

Monta-se o jogo de cena com a capa de Veja, da suposta delação de Léo Pinheiro, presidente da OAS, a um não-crime do Ministro do STF Dias Toffoli. Imediatamente, deflagram-se três movimentos:

1. O PGR Janot ordena o cancelamento das negociações da delação de Pinheiro, que estava pronto para denunciar Aecio Neves e José Serra por crime de corrupção 

2. Gilmar Mendes sai a campo, atacando a Lava Jato.

3. O ataque de Gilmar provoca um sentimento de autodefesa na Lava Jato, do qual Janot se vale para arrancar uma nota conjunta, assinada por todos os procuradores, endossando a decisão de suspender a delação de Pinheiro.

Passam alguns dias, o jogo vai clareando, e o que ocorre?

1. Sérgio Moro convoca Léo Pinheiro para mais uma rodada de depoimento.

2. Pinheiro fala nas propinas pagas a José Serra e Geraldo Alckmin, e a delação é vazada para O Globo por integrantes da Lava Jato.

São cutucadas óbvias no PGR já que Serra, por ser senador e Ministro, tem foro privilegiado.

Mas Janot continua a passos de tartaruga pingando em conta-gotas denúncias contra nomes de menor peso. Na semana passada, denunciou o apagadíssimo senador Valdir Raupp (PMDB-RO).

A suposição de que talvez esteja conduzindo investigações sigilosas sobre Aécio Neves e José Serra esbarra em uma evidência: até agora não há nenhuma informação de que Dimas Toledo (homem de Aécio em Furnas) e Paulo Preto (homem de Serra no DNER) tenham sido sequer convocados para prestar depoimento.

Ora, eles são tão importantes para os esquemas Serra-Aécio quanto Paulo Roberto Costa para o PMDB e PP e Nelson Duque para o PT. Qual a razão desse esquecimento?

Os vazamentos contra Serra e Aécio estão chegando por tabela, como informação subsidiária de delatores pressionados a delatar Lula e o PT. E até agora Janot não reviu sua posição de voltar a negociar a delação de Pinheiro. Provavelmente porque ficou muito óbvio que o ponto central seria convencer Pinheiro a livrar Serra e Aécio de acusações de enriquecimento pessoal.

Dois fatos adicionais comprovam a luta pessoal de Janot na Lava Jato:

1. A mesquinharia de manter a acusação de "obstrução da Justiça" aos questionamentos da defesa de Lula, mesmo após o MInistro Teori Zavascki ter voltado atrás e retirado a expressão da sua sentença.

2. A informação da Folha de hoje (18.09.2016) de que a Lava Jato aproveitou pedaços da delação anulada de Léo Pinheiro contra Lula. Se a delação era necessária, qual a razão de Janot em procurar anulã-la? Obviamente blindar Aécio Neves.

Eduardo Cunha x rapa

A entrevista de Eduardo Cunha ao Estadão comprova algumas previsões do Xadrez:

1. Já começou a antropofagia no grupo golpista.

2. A aliança Rodrigo Maia + PSDB é uma das hipóteses em jogo. Cunha acrescentou nela Moreira Franco, sogro de Maia.

3. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral), através de seu presidente Gilmar Mendes, está jogando com prazos de julgamento da chapa Dilma-Temer para impedir eleições diretas, caso a condenação se dê ainda em 2016. E também para manter Temer sob rédea curta, com a possibilidade de ser condenado em 2017. Nesse caso, assumiria o presidente da Câmara.

4. Janot aumentará seu protagonismo no jogo político, podendo desovar denúncias contra o PMDB, dentro de sua aliança tácita com Aécio e o PSDB.

Santa Quitéria UM, São Luís UM, Carnaubal UM, Pedreiras UM... Araioses ZERO

Observando os registros dos candidatos a prefeitura de Araioses no portal do TSE, é possível de pronto concluir na armadilha sem saída em que estamos. Entre omissões de patrimônio e valores declarados, chama atenção de forma gritante o fato de não ter um desses cidadãos nascidos, se criado ou vivido por aqui por amor verdadeiramente a essa terra. 

Quem mais tempo viveu aqui, só o fez por ter encontrado nessas terras a mina de ouro que lhes garantiu uma vida de luxo e ostentação. Araioses nunca lhe serviu nem para uma simples compra, seus descendentes sempre esnobaram o município... Araioses mesmo só para ganhar dinheiro...

Os demais candidatos ainda lhes superam... Caíram todos de paraquedas por aqui e querem ser prefeito. Salve oh terra de heróis destemidos...

Parece o placar do time de Araioses, mas é da política em Araioses.



Marcio Maranhão

terça-feira, setembro 13, 2016

TCHAU QUERIDO! Eduardo Cunha é cassado por 450 votos a 10

Eduardo Cunha, agora cassado
Eduardo Cunha, agora cassado
O plenário da Câmara cassou nesta segunda-feira (12), por 450 votos a favor, 10 contra e 9 abstenções, o mandato do ex-presidente da Casa deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Eram necessários 257 votos para a cassação.

A cassação foi motivada por quebra do decoro parlamentar. O deputado foi acusado de mentir à CPI da Petrobras ao negar, durante depoimento em março de 2015, ser titular de contas no exterior.

Na sessão desta segunda, o advogado de Cunha e o próprio deputado foram à tribuna da Câmara para apresentar a defesa. Eles reafirmaram que Cunha não tem contas no exterior.

Com a decisão do plenário, Cunha, atualmente com 57 anos, fica inelegível por oito anos a partir do fim do mandato. Com isso, está proibido de disputar eleições até 2026. Assim, ele só poderá se candidatar novamente aos 67 anos.

Além disso, perderá o chamado “foro privilegiado”, isto é, o direito de ser processado e julgado somente no Supremo Tribunal Federal (STF). Com isso, os inquéritos e ações a que responde na Operação Lava Jato deverão ser enviados para a primeira instância da Justiça Federal.

Caberá ao próprio STF definir se esses inquéritos e ações serão enviados para o juiz Sérgio Moro, que conduz a Lava Jato no Paraná, ou para outro estado onde possam ter ocorrido os supostos crimes imputados ao agora ex-deputado.

Desde novembro de 2013, quando uma emenda constitucional acabou com o voto secreto nos processos de cassação de parlamentares, perderam o mandato, além de Cunha, os deputados André Vargas (sem partido-PR) e Natan Donadon (sem partido-RO). Antes deles, tinham sido cassados Pedro Correa (PP-PE), José Dirceu (PT-SP), Roberto Jefferson (PTB-RJ) e André Luiz (sem partido-RJ).

Do G1 Brasília

Carol do Camarão, uma forte candidata ao Poder Legislativo



Profissional da saúde há anos, Carol do Camarão já foi secretária da pasta em Araioses e alem da sua dedicação à área, é uma excelente professora, uma mãe e esposa exemplar. Como enfermeira na UBS do Bairro de Barreiras, Carol se doa por inteiro, principalmente na assistência aos mais carentes. 

Concorrendo com dezenas de outros candidatos a uma cadeira na câmara municipal de vereadores; Carol entra para disputar o que será o seu primeiro mandato e sua estreia de vez na vida pública do município. Compõe a coligação “A vitória da força do povo” da candidata à reeleição Valéria do Manin, e é candidata pelo Partido da República.

Carol está empenhada nesta caminhada rumo a 2017, conhece bem as dificuldades de uma primeira eleição, pois acompanha de perto a vida política de seu esposo Camarão, ex-vereador de Araioses, um homem de fibra que sempre se fez solícito aos que mais precisam. 

Carol do Camarão é uma mulher dedicada a tudo aquilo que se propõe a fazer; esposa companheira e mãe amorosa, Carol é atenciosa e rigorosa com a educação de seus filhos. Humildade, respeito, generosidade, gratidão, altruísmo e sinceridade são virtudes e atributos que fazem parte de sua forte personalidade.

Gosta de receber as pessoas em sua casa e está sempre pronta a ajudar o próximo. Tem como lema de vida “fazer o bem sem olhar a quem”, por essa razão sua assessoria escolheu para slogan de sua campanha a frase “Carol do Camarão – Fazendo o Bem”.



A escolha do nome Carol do Camarão ao invés de Carol enfermeira como era conhecida, remete à sua forte identidade com o trabalho do seu marido Camarão, que incansavelmente, mesmo sem mandato, continua trabalhando por todos os araiosenses, em especial aos mais carentes. 

Por tudo isso e por acreditar em sua capacidade de legislar em prol de todo o povo araiosense, apoiamos e votamos em Carol do Camarão – Fazendo o Bem!



Bastidores com Carol do Camarão em seu making off

Nanda Araújo

DCM: ALGUÉM TINHA DÚVIDA DE QUE A LAVA JATO SERIA ABAFADA?

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247 - O jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, diz ser "óbvio" que a Lava Jato seria abafada depois da queda de Dilma Rousseff da presidência da República. Ele lembra das "incontáveis operações com uma cobertura grotesca da mídia, previamente informada por vazamentos", e ressalta que "o único propósito dela era acabar com Dilma, o PT e Lula".

"Temer, Jucá, Aécio, Serra apareceram com constância em delações na etapa final do afastamento. E em circunstâncias dramáticas, envoltos em denúncias pesadas de ladroagem. Estão todos no poder. A imprensa escondeu tudo. Moro não deu a menor importância às acusações. Ali já estava claro que a Lava Jato fora abafada. Morrera", recorda.

Segundo ele, "as manifestações pró-impeachment de legiões de midiotas simplesmente não teriam acontecido sem o teatro da Lava Jato e da mídia. As pessoas como que foram empurradas para as ruas pela imprensa, e usadas para o processo do golpe".

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