O primeiro ano da gestão do prefeito Neto Carvalho em Araioses é marcado por denúncias de perseguição a servidores concursados, atrasos salariais para contratados e imposições políticas que transformam o ambiente público em cenário de intimidação e silêncio forçado. 2026, parece que as coisas vão piorar...
Logo no início do ano, circulou nas redes sociais um vídeo de um contratado que teve coragem de reclamar sobre o atraso do seu pagamento. O resultado foi imediato: demissão.
As críticas à atual gestão desde seu início só têm crescido. Servidores de carreira e trabalhadores celetistas, relatam práticas consideradas autoritárias e prejudiciais a direitos trabalhistas.
Servidores efetivos que não apoiam a atual administração relatam perseguição institucionalizada. Segundo relatos de agentes públicos, funcionários concursados estariam tendo dificuldades em acessar benefícios previstos em lei, como quinquênios, auxílios e pedidos de redução de jornada, quando expressam opinião contrária ao grupo do prefeito ou optam por não se alinhar politicamente à gestão.
Outro ponto de insatisfação são os atrasos frequentes no pagamento de salários de contratados, situação que tem sido denunciada em grupos de WhatsApp e redes sociais. Contratados afirmam que, além de enfrentar atrasos, há exigências que ultrapassam as obrigações contratuais, como comparecimento obrigatório a eventos oficiais, apoio público a agendas de campanha de aliados do prefeito, em especial ao filho do gestor, pré-candidato a deputado estadual, e silêncio sobre atrasos nos pagamentos sob pena de represálias administrativas.

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