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segunda-feira, abril 18, 2016

Em votação, deputado faz referência ao golpe militar de 1964 e à memória do primeiro militar reconhecido pela Justiça como torturador

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O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) dedicou seu voto a favor do impeachment da presidenta Dilma Rousseff ao torturador da ditadura militar, ex-chefe do DOI-Codi, Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra. Morto em 2015, Ustra foi condenado pela Justiça por sequestro e tortura.

“Perderam em 64, perderam agora em 2016. Pela família, pela inocência das crianças em sala de aula, que o PT nunca teve, contra o comunismo, pela nossa liberdade, contra o Foro de São Paulo, pela memória do Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff, pelo exército de Caxias, pelas Forças Armadas, pelo Brasil acima de tudo e por Deus acima de tudo, o meu voto é sim”, declarou.

O deputado, conhecido por suas posições homofóbicas e racistas, também parabenizou Eduardo Cunha, presidente da Câmara e réu no Supremo Tribunal Federal, acusado de exigir e receber ao menos US$ 5 milhões em propina de um contrato do estaleiro Samsung Heavy Industries com a Petrobras. “Um nome que entrará para a história pela forma como conduziu os trabalhos na Casa.”

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